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Uso da máscara e agravamento da dermatite

17 março 2021

Uso da máscara e agravamento da dermatite

Durante a pandemia causada pela covid-19,  o uso de máscara facial é recomendado como um dos métodos preventivos para diminuir a dispersão de gotículas durante a fala, espirro e tosse. Apesar de se tratar de uma medida necessária para diminuir a contaminação ambiental do vírus, o uso prolongado de máscaras tem desencadeado certas condições de saúde, como diversas patologias na face e, uma das que tem apresentado um aumento considerável nessa pandemia

O que é a dermatite perioral?
A dermatite perioral é uma erupção que ocorre mais comumente em mulheres e consiste no surgimento de pequenas lesões inflamatórias acompanhadas de áreas com escamação e pequenas crostas ao redor da boca. Uma barreira cutânea prejudicada e a predisposição a sensibilidade e doenças atópicas são as principais causas. Os fatores desencadeantes mais comuns são agentes irritantes, como pasta de dente com flúor, e o uso excessivo de cremes e hidratantes faciais pesados (especialmente aqueles com base de vaselina, parafina ou miristato). Fatores físicos como radiação ultravioleta, calor e vento também podem piorar o quadro.

O uso da máscara pode piorar essa condição?
Sim! Durante o uso prolongado da máscara, a umidade e o vapor, bem como outras secreções, como suor, saliva ou muco, ficam presos entre a pele e a máscara causando irritação e sensibilização do local. Um estudo recente avaliou a temperatura e a hidratação da pele da região à volta da boca durante o uso prolongado de máscaras (durante 1 hora e 6 horas). A temperatura aumentou significativamente em relação às condições antes da utilização da máscara e a hidratação da pele diminuiu muito na região.

Como tratar as irritações cutâneas decorrentes do uso da máscara?
Para o cuidado com a pele sensibilizada, auxiliando no tratamento da dermatite perioral, duas etapas são fundamentais: evitar fatores de piora e hidratar a pele da face. Como a dermatite perioral se inicia com uma sensibilização por irritação e desencadeia uma quebra da barreira cutânea, o tratamento deve reparar a barreira cutânea prejudicada para minimizar a inflamação. A etapa de limpeza da pele deve ser feita com sabonetes pouco abrasivos e a hidratação deve ser realizada duas vezes ao dia com hidratantes hipoalergênicos. Fórmulas minimalistas, hipoalergênicas e com efeito calmante, como Umiditá Rosto, são indicadas para o cuidado com a pele sensibilizada e reparo da barreira cutânea, auxiliando no tratamento da dermatite perioral. Por tratar-se de hidratante com formulação leve, o Umiditá Rosto repara a barreira cutânea sem provocar piora por oclusão.

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